2.10.2006

"Meu Nome é Enéas"

My name is José Dirceu Enéas Rangel. I’m Riostrense´s Super Secretary. That’s Ok.

“Meu nome é Enéas”. Jargão conhecido pelo brasileiro e ouvido sempre em épocas que ocorrem eleições está ressoando com mais freqüência em Rio das Ostras. No nível nacional por um doutor em ciências humanas e no municipal um doutor em ciência jurídica, salve melhor juízo. Em reunião convocada a empresários filiados a ACIRO (sigla em português:Associação Comercial e Industrial de Rio das Ostras) com o objetivo de debater o cumprimento e a aplicação das leis regulatórias do comércio estabelecido e não estabelecido em ações governamentais nas áreas de fiscalização sanitária, postura e tributos, divulgação do turismo, coleta de lixo, trânsito, atendimento emergencial entres outras a estrela que mais brilhou na constelação de secretários municipais foi a do procurador geral Enéas Rangel. Por aproximadamente 45 minutos o procurador geral prolatou sobre todos os itens constante da pauta elaborada pela direção da entidade convocante com a maestria de um magistrado. - Cumpra-se a lei. Vale o que está escrito. Reportem-se ao governo de ofício. Sua atuação na reunião dispensou a presença dos outros secretários envolvidos no litígio entre o governo e classe empresarial. Uma reunião da Associação Comercial que por obrigação o seu presidente deve instruir se perdeu na demagogia e utopia de uma autoridade que não nos conhece e muito menos a cidade de Rio das Ostras e sua população. O que foi discutido naquele momento é o óbvio. O que os empresários foram buscar como solução para os seus problemas momentâneos está no dever de o governo tirar a pança gorda da cadeira, arregaçar as mangas e trabalhar.
“Quem cedo madruga, Deus ajuda”. É este o ditado. Com um procurador geral que chega para trabalhar às 15 horas, que advoga para empreiteiros que possuem negócios com o município e que tem aporte de dinheiro público na sua academia de ginástica preferida não pode querer que acreditemos que o governo está empenhado em ser parceiro do comerciante. Um prefeito que fechou seu negócio na cidade que administra, desempregando vários chefes de família, que mantém negócios em outros municípios, que trabalha em horários semelhantes a uma das profissões mais antigas do mundo, que se refere a um órgão da estrutura organizacional do município chamando de – “a secretaria do Max” a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca não pode querer que acreditemos em sua seriedade administrativa.
O governo do Município de Rio das Ostras tem seu José Dirceu, mais pela autoridade jurídico-adminstrativa do que pela política. Todos os secretários municipais são subordinados ao procurador geral, inclusive o prefeito. Faça-se o que o procurador determinar, não a vontade do político em praticar ações que trarão benefícios a população. O cargo de procurador geral é para defender o município ou se colocar como porta voz do governo em ações políticas? O procurador geral classificou como inoportuna sua presença na reunião alegando que o conteúdo da pauta estava atendida com o início das ações do governo e sua intensificação a partir deste ano. Mas digo, inoportuno é a eleição e nomeação de pessoas sem comprometimento com a função e autoridade que exercem na administração de um município do porte e riqueza como Rio das Ostras. Inoportuno é a presença no governo do titular da pasta de urbanismo, obras e serviços públicos por sua ligação, proteção e defesa de interesses do seu antigo patrão que mantém negócios com o município e que fora denunciado ao Ministério Público Estadual por cerceamento do direito de exercício de função. Na verdade inoportuna foi a chegada do PMDB local ao governo e sua administração que mata todo dia nossa esperança de dias melhores.

2.02.2006

Sua Excelência: Prefeito BaitAzar

Sua Excelência, o Prefeito BaitAzar. Falso ou Verdadeiro? Marque com um X

A imprensa tem uma relação intrínseca e dúbia com os poderes constituídos e também com os não constituídos a ponto de mudar o rumo de uma história por sua influência direta com a massa. Muitos afirmam ser a imprensa o quarto poder. Citam momentos da história política em que colocou e tirou políticos em ocupação de cargo eletivo. Com sua investigação jornalística contribuiu de forma decisiva para a elucidação de crimes de toda ordem. Sim. Sua atuação está em todos os lugares, no entanto, prefiro entender a função da imprensa como um instrumento acolhedor do pensamento e de propagador da informação para o alcance da liberdade. Não tenho conhecimento profundo de comunicação para explicar o que é mídia, jornalismo e marketing, se são todos a mesma coisa ou são itens de comunicação que devem ser trabalhados de forma independente dentro da comunicação. Mas, de um assunto entendo bem. Identifico perfeitamente quando a imprensa ou a mídia (como queiram os entendidos em comunicação) presta uma informação falsa ou verdadeira. A falsa quando o jornalismo ou mídia tem como único objetivo à intenção de obter dividendos da informação. A verdadeira quando se faz jornalismo ou mídia com objetivos gratuitos para se obter credibilidade da informação. Com total liberdade da direção do Jornal Tribuna de Rio das Ostras escrevo meus pensamentos políticos, assim como outros colunistas, sejam do Tribuna ou de outros jornais, que se aventuram a combater no terreno perigoso da política riostrense os políticos farsantes. Como bem disse o Deputado Federal Eduardo Paes (PSDB-RJ) em reunião com lideranças políticas locais dia 28 de janeiro na Pousada das Tartarugas recepcionada por Aldem Vieira (PSDB local) , após a crise política em que vivemos haverá uma seleção mais rigorosa por parte do eleitor na escolha de seus representantes. Em suas palavras se percebeu o quanto se empenha para fortalecer na sociedade o pensamento que na política há políticos que se orgulham de serem políticos porque não compram votos com a distribuição de cestas básicas, remédios e dinheiro que por essa atitude direta cerceia o direito a igualdade de oportunidade no processo político demonstrando o seu espírito público evoluído.
Neste encontro estava presente o Prefeito BaitAzar. Tudo o que o Deputado Eduardo Paes condenou de prática lesiva a cidadania e ao processo político foi a base construída pelo BaitAzar chegar ao poder (quem o conhece sabe bem o que digo). O Prefeito BaitAzar ficou naquele momento sem chão. Mas antes disso, não respeitando seus adversos políticos atuais, lembrou para os presentes na reunião a atuação política do Profº Huebra e deste colunista quando estiveram juntos em outras frentes. Caso que não foi negado por nós. O leitor que acompanha este colunista se espantaria com a forma elogiosa e solicita quando o Baitazar se referiu a um dos seus maiores questionadores: - “Considero meu amigo, homem de futuro político brilhante; homem de grande importância em minhas vitórias políticas que sempre esteve junto a mim, Marcelo David”. ( ) Para quem não conhece minha relação com o governo municipal entenderia que o político Carlos Augusto estava publicamente reconhecendo positivamente a importância de um trabalho político. ( ) Para uns o entendimento seria para a atitude desprendida de revanchismo por parte de sua habilidade política. ( ) Já para outros que conhecem bem a mim e a ele é: Ironia, falsidade, desmobilização política e descrédito junto aos leitores de meus artigos. Deixo livre para qual entendimento darão os leitores é só marcar com um X. Deixarei a todos tranqüilos. Meus leitores e amigos, mais uma vez, afirmo, continuarei levando até vocês a verdade sobre a política e os políticos. A meus adversos políticos, se é que tenho algum, pois não sou pré-candidato a cargo eletivo até pelo menos 2012, afirmo, não há a menor possibilidade de fazer parte do governo de BaitAzar, nem por vontade minha e nem da dele. Uma lembrança ao grupo de BaitAzar: tenho muita influência política junto a Gelson Apicelo, afirmo, não adianta sonhar pela associação dos dois grupos políticos, pois 2008 é a vez do povo. Está claro. Bem melhor.

1.22.2006

O Link da Cidade

O mais completo site de Rio das Ostras

Modus Operandi

Modus Operandi


Para quem acompanha política a leitura deste artigo de forma impessoal e imparcial levará o leitor à concordância do que afirmo ou pelo menos o colocará a caminho de uma reflexão sobre as causas e efeitos da omissão e da cumplicidade de cidadãos que não se importam com o modus operandi de um governo. Poderemos chegar ao caos social embarcados numa gestão temerária de governo. O governo do PMDB municipal está empenhado em administrar os recursos do povo em benefício de seu grupo político. Eles deixam mais ricos o grupo que atuou no governo anterior com contratos viciados que sangra rapidamente o tesouro do município e deixam mais pobres aqueles que dependem da atuação institucional do governo. Investimentos como a estrada do Contorno que valorizou o patrimônio adquirido pelo grupo ainda no governo Sabino receberá mais R$ 8 milhões que engordará mais ainda o bolso dos financiadores da última campanha. Todos os contratos de grande monta são previsíveis seus resultados nos certames licitatórios, pois sãos as mesmas “meia dúzia” que se formou em consórcio para se apossarem do nosso dinheiro. Ao Jornal Tribuna de Rio das Ostras diariamente chegam denúncias de lesão ao patrimônio público, abandono e má prestação de serviço a população. Vemos circular pela cidade vários veículos contratados pelo município a valores totalmente fora de mercado como ambulâncias, veículos de transporte de carga e passageiros e automóveis de particulares, enquanto vários veículos oficiais estão apodrecendo em depósitos de oficinas da região. Além de nos sacrificar com a falta de investimento nas áreas sociais este governo do “Melhor Pra Ele” por sua desonestidade nos envergonha diante das instituições que nos prestam serviços. O Hospital Dr. Beda instituição de renome na região veiculou anúncio no dia 19 na TV Alto Litoral acusando implicitamente o governo de caloteiro e desonesto. O Hospital Drº. Beda comunicou a população de Rio das Ostras que suspendeu o atendimento do serviço de saúde por falta de pagamento após esgotar todas as chances de acordo. O que significa isto? Como disse o “Deputado Justo Veríssimo” personagem de Chico Anísio: - “Pobre tem tudo que morrer. Eu quero é que se explôda”. Afirmo: este governo é um atraso para nosso desenvolvimento e nos deixará dívidas sociais enormes. O governante que conhece as razões para qual foi eleito se compromete com o eleitor-cidadão a respeitar os princípios constitucionais, promover o bem de todos e se propõe a fazer um pacto de lealdade com o povo. Seu comportamento é o mesmo de um homem comum e sua postura é de um verdadeiro empregado do povo. Disponível para buscar as soluções o governante democrático utiliza um grande instrumento de consulta popular: a conversa. Ouvindo as reais necessidades da população. Tendo uma sociedade ativa politicamente que cobra resultados e que fiscaliza seus atos é certeza de uma administração de sucesso para todos. Receita que define um bom governante? Não. Faltam outros atributos que não mencionei. Mas posso falar de um atributo pouco encontrado nos governantes: a honestidade. É o que falta a este governo. Fora de sintonia com a população, que se assemelha a falta de sincronia entre a música e a pirotecnia apresentada no início de ano, a população comenta aos quatro cantos de o quanto está decepcionada com o governo do campista que mora em Niterói. Quem está no poder, com raríssimas exceções atribuem àqueles que utilizam formas de expressão de opinião contrária a respeito de suas ações políticas como ser ator de oposição simplesmente pelo fato de está fora do palco do poder. Quem pensa assim não faz política pública e sim política personalista. Há um grau de tolerância por parte da sociedade quando um governante desvia de suas finalidades iniciais, desconhece ou esquece os interesses públicos. Erros acontecem, afinal, ninguém é perfeito a ponto de ser o dono da verdade. Os alfabetizados políticos têm uma enorme importância na gestão de um governante, sendo eles líderes ou não. Sendo “oposição” ou não. Não são atores que querem está no palco do poder, mas fazem questão de pagarem o ingresso para estarem junto da platéia e se sentam na primeira fila. Quem tem o compromisso com a verdade na função pública respeita os adversários, pois sabem que o trabalho dos cidadãos críticos é defenderem o interesse da população. Na adversidade política nem sempre está implícito o desejo de tomar o poder pela desestabilização moral, emocional e íntima de alguém. O que é louvável e acontece aqui em Rio das Ostras é a atuação fiscalizadora de várias pessoas, que sem medo denunciam desmandos, atos de corrupção, depreciação do patrimônio público em função auxiliar do legislativo.
O governo do município já demonstrara seu modus operandi quando não nomeou sua equipe de transição. Desconhecendo o conteúdo da caixinha preta operou a grande máquina pública com pessoas antigas e cheias de vícios e com pessoas novas sem o conhecimento do propósito de estarem ali para servir, mas, sim com a pura intenção de primeiro serem servidos em suas necessidades pessoais. O próprio mandatário preocupou-se primeiramente em servir-se com o aumento de sua remuneração em quase 50 por cento. Os outros se preocuparam em se arranjar no ninho das tetas e disputar as mamadas.
Desprendido de sentimentos e de espírito público seus e de seus comandados nosso governante esconde suas reais intenções políticas. Sempre chorando que o município não suporte grandes investimentos na educação básica ou superior por conta da crescente demanda pelo serviço, ele amontoa crianças em salas com mais de 40 alunos, o que contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que determina o número de 25 alunos por sala na educação infantil. E ainda o que é pior: criou o terceiro turno entre o matutino e o vespertino. A criança não passa o tempo necessário na escola. Se for aqui falar da política de saúde e seu modo de considerá-la um “poço sem fundo” o leitor perderá o interesse pelo artigo.
O nosso município carece de homens políticos que tenham visibilidade política pautada na honestidade e na coragem de desafiar o sistema. O único que demonstrou estas virtudes no passado, hoje se encontra afundado no lago negro da força. Ainda não estamos no período apocalíptico, mas urge a necessidade de cavaleiro que lute em defesa do nosso povo. Não falo em herói como sugeriu o Presidente Lula. O uso da proteção de “Xangô de Menino” identificado na álgebra eleitoral a favor do mandatário atual deixa impedidos os olhos de católicos, evangélicos, ateístas e quaisquer outros prosélitos de enxergarem o mal escondido nesta gestão que se tornou temerária.

12.01.2005

Governo Cara de Pau

A população do Município de Rio das Ostras está demonstrando muita satisfação com a função social que exerce o Jornal Tribuna de Rio das Ostras ao desenvolver o jornalismo de maneira séria, independente e que se coloca como instrumento auxiliar de defesa da cidadania. Os leitores já o elegeram como instituição a serviço da verdade, da defesa da vida e do patrimônio público, da moral e da ética. O Jornal Tribuna de Rio das Ostras não recebe recursos do governo para publicar matéria de seu interesse ou para propaganda institucional, o que o torna um veículo de comunicação menos propício de sofrer interferência na sua linha editorial.
Como colunista também estou satisfeito com a atuação do jornal. Os assíduos leitores dos meus artigos têm o prazer de comentá-los a mim pessoalmente e sugerir novos temas, como por exemplo, o Sr. Orlando do Danny´s DVD em Costazul que reclama por conta das ruas paralelas as ruas onde mora (rua São Fidélis) serem asfaltadas e a sua não. A leitora Cida Mackenzie do centro reclama do calendário de verão, pois afirma que o número reduzido de eventos culturais desestimula os turistas em sua escolha por Rio das Ostras. Pois é, cada leitor tem um assunto interessante que pode se desenvolver muito bem em um texto. Mas o tema escolhido para esta semana é a cara de pau do governo municipal. Lendo o Diário Oficial do Município, digo, garimpando no Diário Oficial do Município de Rio das Ostras encontrei algumas pérolas. Sim, pérolas, pois não vou encontrar ouro no rio das Ostras. O governo do nosso “sem dinheiro” município, como cansa de afirmar o prefeito (só para surdo que fala) contratou pela bagatela quantia de um pouco mais de R$ 6 milhões ao ano a empresa UBSOLO do grupo da sociedade política entre o empreiteiro Cristiano Barreto, Deputado Federal Alexandre Santos e o ex-prefeito de Rio das Ostras Alcebíades Sabino dos Santos para fazer a manutenção e conservação das áreas verdes dos prédios municipais. São R$ 500 mil por mês, R$ 20 mil por dia para podar plantinhas.
Quem não se lembra do prefeito anunciando a quebra de contrato de muitos serviços que julgou superfaturado no governo anterior. Cito a limpeza dos banheiros públicos da orla que fora contratado no governo Sabino por R$ 1,2 milhão ao ano e recontratado no seu governo por pouco mais de R$ 200 mil.
Tento encontrar a fórmula de elaboração deste milionário contrato, seus critérios de mensuração de serviços para chegar a essa astronômica quantia de R$ 6 milhões. O que traz o Memorial Descritivo deste contrato ou o que autoriza a Ordem de Serviço para ser executado? Não, talvez eu esteja sendo técnico demais e errando na elaboração da pergunta. Acho melhor tentar encontrar a resposta na política. Será que para se justificar esse valor foi utilizado como unidade de mensuração a compra de votos, os cabos eleitorais, os pastores e o que mais? O gasto com o judiciário e o legislativo também estão incluídos ou esse é um item fora à parte? Será que veremos o modelo municipal de atuação do Marcos Valério? Pois a conta de publicidade também chega cifras enormes. Será que estarão no mesmo balaio os poderes executivo, legislativo e judiciário? Uma resposta eu tenho: o povo continuará peregrinando por ajuda de quem vagarosamente o mata, através da falta de remédios, atendimento médico, emprego, educação etc. O que mais podemos enxergar por trás deste número? Homens, mulheres, crianças e idosos que de alguma maneira suaram seus corpos ao empregar a força do trabalho para gerar renda. O que você sente ao ver pessoas proferirem palavras como: "o investimento em eleitor é melhor do que o investimento em dólar, pois é um negócio mais rentável e sem risco. Como diz Denise Stoklos, pense.

11.23.2005

O Endereço da Boa Saúde

Posted by Picasa Peixaria do David telefone 22 - 27646114
A atividade pesqueira foi a principal fonte de desenvolvimento econômico em Rio das Ostras no século passado e um fator de grande importância na qualidade de vida e na subsistência das famílias fundadoras da cidade. Para a família David Pereira não foi diferente, pois são pioneiros na região conhecida como Terra dos Peixes de Vila Rainha. A produção, industrialização e comercialização de pescados existe como a atividade econômica principal para o desenvolvimento da família David Pereira. Em mar através da captura e em terra com a salga e a comercialização no atacado e no varejo tem membros seus atuando. Com o passar dos anos a família David Pereira foi se adequando à novas tendências de mercado e à tecnologia para continuar suas tradições e desenvolver sua cultura. Através da pesca mantêm sua contribuição ao progresso da cidade de Rio das Ostras como proprietária individual da maior loja varejista de pescados do Estado do Rio de Janeiro, mesmo sendo baseada entre o norte fluminense e a região dos lagos. A família David como é mais conhecida trabalha com carinho e dedicação para oferecer com modernidade a maior variedade e a melhor qualidade e preço em seus produtos que são: peixes, crustáceos e moluscos. A loja atende a todos os segmentos sócio-econômicos e gastronômicos com preços que variam de R$ 0,99 (peixe palombeta da família da sardinha) a R$ 60,00 (camarão VG o pistola rosado). Também oferece produtos importados e da culinária japonesa como bacalhau, salmão, atum, truta, robalo, namorado etc. Em breve estará oferecendo o serviço de delivery (entrega em casa com chamada pelo telefone) por telefone e no sítio www.peixariadodavid.com.br. Peixaria do David há mais de 100 anos servindo tudo bom pra você. Prazer em te conhecer.

11.14.2005

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11.11.2005

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11.10.2005

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11.09.2005

Artigo Jornalístico - "O Amigo Urso, predador político

O “Amigo Urso” em sua temporada pós-hibernação

Como já era de se esperar os pré-candidatos às eleições proporcionais de 2006 estão saindo de suas tocas e de seu estado de hibernação para exercitar suas habilidades e seus instintos primitivos no vasto campo da política eleitoral a fim de abater o máximo de eleitores para garantir a sobrevivência de sua espécie. Está prevista para a temporada eleitoral de 2006 uma queima maior de gordura por parte dos captadores de sufrágio, pois estes dependerão de um esforço bem maior do que o empregado na última temporada de captura de votos porque encontrarão pela frente um eleitorado arisco que destinou uma grande parte de seu tempo a assistir aos VT´s contendo as artimanhas de seus algozes.
O “predador político” tem o hábito de atrair primeiro os analfabetos políticos por considerá-los indivíduos de fácil persuasão e de maior probabilidade de captação. Não gastam muita gordura, pois percebem que são baratos, fracos de raciocínio e entram em estado de paralisia mental quando estão frente a frente. Guardam energia (dinheiro) para atuarem em terrenos de grupos de indivíduos mais organizados como os que pastoreiam ovelhas em nome do Senhor. Além disso usam a forte nutrição política e financeira que possuem para cooptar líderes com funções importantes na sociedade eleitoral deixando decepcionados aqueles que lhes confiaram a guarda dos instrumentos de defesa..
Com o terreno preparado os “amigos ursos” caminham manso como quem não quer nada, dá uma paradinha aqui outra acolá, estudando bem o terreno. No feriado da Proclamação da República avistamos pelas bandas do litoral riostrense um vereador negociando a exploração do território eleitoral com o “amigo urso deputado estadual Glauco Lopes” que deseja abocanhar um número significativo eleitores, pois lá pelas bandas do território macaense a concorrência está forte. O deputado macaense terá que dissolver uma gordurinha a mais (graninha) para arrebatar os eleitores pertencentes ao território do vereador, pois todos nós sabemos que quase 90% de seu eleitorado casaram votos com Gelson Apicelo na eleição majoritária de 2004, já que este também está em campo como pré-candidato a deputado estadual pelo PDT. Outro que também faz gracinha como bicho manso é o ex-prefeito Alcebíades Sabino que também passeou pela orla no feriado. Já anuncia que é pré-candidato a deputado estadual, não informando por qual partido. O “amigo urso” Sabino apesar de não possuir o peso da gordura do deputado estadual Glauco Lopes leva vantagem por atacar em grupo num território que conhece bem. Suas armadilhas serão colocadas em locais estratégicos, vigiados por sua prole dia e noite (mas isso não quer dizer que todas funcionarão). Mas o território eleitoral ainda não está todo tomado pelos “amigos ursos”, existem indivíduos na comunidade que são inteligentes, fortes e difíceis de enganar, que sabem da importância que exercem na defesa da sociedade para a própria existência dela, combatendo os que se alimentam dos seus recursos.

Versos, Prosas e Poesias - Urbi Máter

Tenho saudades de um passado não muito distante
Quando o nobre e novo homem era acordado pela leveza d’minhas mãos
O afago, o beijo senti em suas atitudes d’antes
Senti o abandono, o desprezo falta-me a condição

Tenho saudades de um passado não muito distante
Quando o nobre e novo homem para perto de mim voltaste
O afago, o beijo senti em suas lutas à de outros de antes
Senti o abandono, o desprezo pela falta que me fizeste

Tenho medo de um futuro não muito distante
Quando o não nobre e velho homem acordar com o peso daquelas mãos
O afago, o beijo não sincero senti naquelas atitudes errantes
Senti o abandono, o desprezo por poder ser entregues por suas mãos

Tenho medo de um futuro não muito distante
Quando o não nobre e velho homem para perto chegar
O afago, o beijo não sincero senti que em mim proferiu o cortante
Senti o abandono, o desprezo que chegará

Tenho a esperança de um presente acolhedor e seguro
O pobre e atormentado homem está em meus braços
O afago, o beijo sinto no calor de suas lágrimas ao lembrar o obscuro
Agora não sinto o abandono, o desprezo, pois és um de meus filhos mais amados

(Urbi Máter)
Marcelo David Pereira

Versos, Prosas e Poesias - Aniversário, Fernando Pessoa

Aniversário - Poesia Combinada

Fernando Pessoa

(Poesia de Álvaro de Campos)

Veio-me aos olhos a primeira luz em setembro de uma primavera. Tentavam apagar as luzes das minhas oitenta velas os meus filhos e netos, mas não conseguiram apagar todas e sim quinze delas, restando outras sessenta e cinco. Meus pais já não estavam comigo, também pudera! Dali a diante conheceria a vida, os desconhecidos e o caminho de meu retorno

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos /Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era tradição de há séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer

Meu rosto traz as marcas quanto meu corpo suporta o peso da vivência. Olho, ouço, cheiro, saboreio e toco a vida. Olho a vida de meus conhecidos e desconhecidos. Vejo o preço que ainda pagam por estarem vivos! Há sim, minha mulher vive, ouço sua promessa de bater a bengala na minha cabeça. Consigo fazer vento para apagar quinze velas.

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma, De ser inteligente para entre a família, E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças. Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida

Nessa primavera luto por dias melhores, combatendo o desconhecido. Ao que me dou valor exerço o comando em pleno terreno inimigo. Venci e perdi contando os dias para a minha feliz morte. Construí a fortaleza interior, dentro estou só como um rei e fora sou soldado de luta. Não estou com meus netos nem com meu pai, mas tenho minha mãe, mulher e filho do meu lado a soprarem mais quinze velas

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo, O que fui de coração e parentesco. O que fui de serões de meia-província, O que fui de amarem-me e eu ser menino, O que fui ? ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui... A que distância!...(Nem o acho...) O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

Tempo da realidade em tempo real, comigo e com os outros. Tempos de muita confusão e auto-afirmação. A luta continua companheiro, ou seja, assim não dá, assim não pode, numa abertura lenta e gradual. Tempos de amigos, de escola, de primeira namorada. Estamos em setembro, não estou com meus netos, filhos e mulher, ora estou com meus pais!

O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa, Pondo grelado nas paredes... O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas), O que eu sou hoje é terem vendido a casa, É terem morrido todos, É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

Como é bom correr e brincar de bola no campinho do carneiro, dormir a qualquer hora, já que neste tempo não tem escolinha infantil, mas mesmo que tivesse prefiro escolher feijão ao lado da minha mãe, que espera a chegada do meu pai que vem de longe para minha última primavera. Sob a mesa a luz de uma única vela que além de iluminar o mesmo rosto era a luz a iluminar o meu retorno

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos... Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo! Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez, Por uma viagem metafísica e carnal, Com uma dualidade de eu pra mim... Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Já não espero mais por primaveras. Não vejo o lume da vela que me revelara a atitude dos homens. Não escuto mais os gritos de socorro da humanidade. Não percebo o odor da violência. Não sinto o gosto da carne morta. Toco na vida com meus Irmãos e meu Pai.

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui... A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos, O aparador com muitas coisas ? doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado -, As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...

Pára, meu coração! Não penses! Deixa o pensar na cabeça! Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus! Hoje já não faço anos. Duro. Somam-se-me dias. Serei velho quando o for. Mais nada. Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!... O tempo em festejavam os dias dos meus anos!...

Em itálico. Álvaro de Campos 1929. Uma visão breve sobre a vida do maior poeta da língua portuguesa, Fernando Pessoa.

Marcelo David Pereira sob a inspiração do poema Aniversário.

Postado por Marcelodavidp
(comentar mensagem )

Artigo Jornalístico - Comando Triunvirato

Publicação no Jornal Tribuna de Rio das Ostras

Comando Triunvirato - C. Augustus, C. Afonsus e A. F. Arrudas

Por muitas e muitas vezes tentaram me convencer de freqüentar as Sessões da Câmara de Vereadores do Município de Rio das Ostras com a justificativa de que é importante para o fortalecimento do processo democrático no país. Concordo em gênero, número e grau que a participação do cidadão nas questões de decisões políticas é de suma importância para a consolidação da democracia, mas sua participação precisa ser entendida como instrumento de equilíbrio entre os poderes, coisa que aqui em Rio das Ostras não é feito e muito menos estimulado por quem está à frente do poder, seja no legislativo, executivo ou no judiciário. A participação da sociedade no processo de decisões políticas está garantida nas Constituições do Brasil e de seus entes federados (Estados, Município e o Distrito Federal) com a instituição de Conselhos institucionais e consultivos. As conferências, os fóruns permanentes ou especiais, assim como qualquer outra forma de consulta popular são instrumentos de participação popular, mas dependem da perigosa iniciativa governamental. O perigo reside na obrigação de ser o governo ao mesmo tempo iniciador, articulador e mediador dos processos participativos populares. Todos os governos municipais em que passamos por suas administrações foram parciais, pessoais e manipuladores das vontades populares. Foi assim no processo eleitoral, nas conferências municipais, nos conselhos consultivos, na elaboração do plano diretor, no orçamento participativo, etc. Os governos exercem poder de influência econômica e política na sociedade para impor suas determinações que muitas vezes não condizem com a vontade e a necessidade do povo. O interesse governamental é ter suas ações referendadas pelos institutos representativos. Os instrumentos de participação política da sociedade brasileira existente atualmente são inúmeros, mas quem detém o poder muitas das vezes cerceiam as decisões emanadas desses fóruns de discussões. Pelo amor de Deus, não venham me dizer que o modelo de orçamento e planejamento participativo desenvolvido pelo governo é um instrumento de participação decisória. Não, não é.
Não podemos apenas contribuir com o quorum ou sermos meros espectadores participantes presenciais do processo democrático e do processo de desenvolvimento político e social da cidade. O cidadão precisa ir mais longe, deve exigir maior participação na elaboração ou na execução da política pública do governo. A mais clássica forma de participação do povo é a que sofre a maior agressão. A representação popular originário do modelo romano (senado e povo) está ocupada por representantes de interesses pessoais e não populares. Os legisladores municipais de Rio das Ostras defendem interesses capitais usando a tribuna da Câmara, concedendo título de Cidadão Riostrense a personalidades judiciárias, honrando o mérito de pessoas que tem negócios com o governo. Agridem a própria função legislativa quando dizem que a Câmara está a serviço do governo e principalmente quando se omitem ao serem solicitados para fiscalizar as ações do governo. Sinto-me estomagado com a falta de conhecimento do processo legislativo e político-institucional por parte da maioria de nossos Edis que acabam sendo manipulados pelo triunviro do legislativo e do executivo, que utilizam a garantia de omissão do triunviro do judiciário. Ave C. Augustus. Ave triunvirato.