4.19.2006

Presidente da Câmara Inelegível?

Vereador Carlos Afonso Inelegível?

Publicado no Diário Oficial da Justiça de 7 de abril do corrente às folhas 166 o acórdão do Tribunal Superior Eleitoral que por unanimidade, desproveu o agravo regimental interposto ao agravo de instrumento que manteve a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro que desaprovou a prestação de contas do candidato a deputado estadual em 2002 Carlos Alberto Afonso Fernandes (PV), atual vereador e Presidente da Câmara Municipal de Rio das Ostras, por não restarem sanadas irregularidades apontadas pela Coordenadoria de Controle Interno do TRE-RJ. Adiante os fragmentos do despacho processual:
"(...)
Colho, primeiramente, o despacho negativo de admissibilidade do recusrso, consignado pelo ilustre Presidente da corte de origem (fls. 197-198):
´(...)
05. A rigor, o recurso, mesmo que tempestivo, deve ser tido por inadmissível, por deficiência formal, na medida em que suposta divergência jurisprudencial não restou devidamente comprovada pela comparação analítica entre o acórdão recorrido e os paradigmas utilizados. Sendo assim, vale-se o recorrente do recurso excepcional como se a Corte Superior fosse mais um grau de jurisdição.
06. Além do exposto, convém resslatar que a irresignação recursal cinge-se, meramente, à pretenção de reexame de provas, inviável em sede de recurso especial consoante estabelecem os Enunciados 279 do STF e 7 do STJ.
07. Necessário esclarecer que o acórdão recorrido não violou o dispositivo citado, uma vez que a documentação acostada não possui erro material ou formal, não retifica nomes das empresas contratadas para a prestação de serviços na campannha do recorrente, sendo meramente declarações de outras empresas de valores recebidos, o que, nos termos do parecer do COCIN, "ainda que tais declarações se referissem às despesas de que trata a diligência, por desprovidas de valor fiscal, não supririam a irregularidade(...)". Assim, resta nitidamente demonstrada a intenção do recorrente de revolver questões já discutidas e decididas pela Corte deste Tribunal Regional Eleitoral nos presentes autos.
(...)´.
Desse modo, matenho a decisão agravada e nego provimento ao agravo regimental.
Ministro CAPUTO BASTOS, relator
Resta saber a quem compete a aplicação de inelegibilidade e sob qual crime praticado, se por abuso de poder econômico ou outro agranvante disposto no código eleitoral. Dizem os mais chegados ao Presidente da Câmara que o vereador não está se importando com o fato, já que não tem pretenções políticas para os próximos pleitos eleitorais. Essa prova teremos na eleição na mesa diretora para o biênio 2007/2008. O será que o vereador é como a raposa que namora a uva?

Improbidade Política

Improbidade política

Diferente da improbidade administrativa que possui legislação correlata e específica que prevêem penalidades aos agentes transgressores a improbidade política não encontra barreira jurídica que impeça a ação dos agentes agressores do que podemos chamar de normalidade ou moralidade política. Pouco percebida pela sociedade a improbidade política causa tantos prejuízos quanto os atos de corrupção que se tem notícia. A venda de estatais federais de grande importância para a soberania nacional no governo do Presidente Fernando Henrique assim como a alienação de empresas públicas nos estados causou enormes prejuízos financeiros, além de provocarem a decadência dos serviços sociais. Outro exemplo de improbidade política é o esquema do mensalão. Sem a intenção de esgotar sua definição, mas prefiro dar-lhe este conceito, pois corrupção é enquadrada de tantas formas e também por crime de improbidade administrativa. Para o mensalão não há formas legais de punição jurídica, mesmo que sua origem esteja na corrupção. Como já disse não há punição para quem causar prejuízos ao cidadão no uso do cargo público, qualificando-se tal ato como improbidade política. Na sociedade riostrense a maioria de seus cidadãos por desinformação não consegue identificar em nossos políticos a prática de atos de improbidade política. Por ignorância até aplaudem, sentem-se orgulhosos, satisfeitos e muitas das vezes personificam os políticos com adjetivos do tipo: “...é o melhor do Brasil”; O político ímprobo conhece bem as leis e suas omissões e através de suas brechas liberam grande soma de recursos para campanhas publicitárias com o objetivo de divulgar sua marca de governo tentando convencer o cidadão de que ele é o melhor. O governante riostrense do período 1997/2004 utilizou-se deste recurso, assim como governo do Estado do Rio de Janeiro com a peça publicitária das 10.000 obras o faz neste momento. Com objetivos bem definidos o primeiro quer ser deputado fluminense e o outro presidente do Brasil. Um é apelidado de “Sabidinho” e o outro de “Molequinho”. Será que eles pensam que o brasileiro esqueceu do esquema do “valérioduto”? Sim, você já deve ter ouvido esta expressão e sabe a quem me refiro. Sabino não é, nunca foi e jamais será o melhor prefeito que um município do Brasil já teve. Sabino é, sempre foi e continuará sendo o maior ímprobo político do Brasil. Numerar seus atos de improbidade política não é tarefa difícil, destaco algumas: 1) A estrada do Contorno foi construída em áreas pertencentes a empresários ligados ao seu governo com o objetivo de dar volta no contribuinte, valorizando as terras para que o interesse público desaproprie para a construção da cidade da natação e para o surgimento de loteamentos patrocinados pelo governo, tendo sido aplicados um grande volume de recursos públicos; 2) Projetos de urbanização da orla do município e da Amaral Peixoto consumiu milhões de reais em favor da ONG Viver Cidades fundada pelo atual Vice-governador e Secretário Estadual de Meio Ambiente e Urbanismo Luiz Paulo Conde que apadrinhou o Sabidinho com o cargo de Subsecretário de Meio Ambiente e alojou sua trupe em outros cargos; 3) Construção de ponte estaiada em valor superior a R$ 15 milhões de reais com o objetivo de torná-la atração turística sob um rio poluído e com favelização a sua volta; 4) Descaracterização da natureza da orla do Costazul em urbanização caríssima amplamente criticada e divulgada pelos jornais de maior circulação do país, incluindo o programa Fantástico da Rede Globo; 5) Ponte de concreto sobre o rio das Ostras com valor aproximado de R$ 7 milhões com composição significativa de valores para urbanização enquanto a ponte a ser construída sob o canal do rio São João na BR 101 está estimada em R$ 1,5 milhão; 6) Hospital só no nome e inaugurado sem as condições de atendimento a população, mantendo-se até o momento em funcionamento precário; 7) Compra da Universidade Federal Fluminense para Rio das Ostras teve a negativa do atual prefeito que alegou inviabilidade e desequilíbrio financeiro em proteção ao patrimônio público; e 8) Construção de casas populares ao valor aproximado de R$ 64 mil cada em nítido descontrole orçamentário e preços fora da realidade praticados pelo mercado da construção civil confrontado com o valor de R$ 30 mil pagos por cada unidade pelo governo Carlos Augusto. Este Sabidinho com certeza causou muitos prejuízos ao cidadão riostrense ao convencê-lo em aprovar seus projetos megalomaníacos em detrimento de políticas de saúde, educação, segurança e desenvolvimento econômico.
Existe apenas um instrumento a que o cidadão pode recorrer a fim de punir os praticantes de atos de improbidade política como é o caso do ex-prefeito Sabino: o voto.

3.30.2006

O Jogo dos Erros

O jogo dos erros

Estamos vendo claramente a tentativa de um golpe contra a população de Rio das Ostras com a tentativa de aplicação dos fundamentos e princípios da “estratégia dos dois últimos anos de administração”. Aquela em que os governantes nos dois primeiros anos não fazem nada com a justificativa de que não tem dinheiro, que o antecessor deixou um rombo no cofre da viúva e que está arrumando a casa. Pois bem. É o que o governo peemedebista que administra o Município de Rio das Ostras acredita ser a melhor maneira de obter êxito político eleitoral para sua reeleição. Confiante que o eleitor em sua grande maioria ou pelo menos em número suficiente para elegê-lo é um ser boçal, sem memória e barato postergará para 2007 e 2008 as obras de grande impacto social, como a distribuição de água tratada para grande parte do perímetro urbano da cidade e a rede de coleta e tratamento de esgoto culminando no período eleitoral. O governo gasta milhões de reais em propaganda veiculando peças publicitárias que leva a população a crer que realmente estão trabalhando sem parar. São as prioridades das prioridades que tem origem no governo anterior no qual o governo atual tenta, tenta e não consegue desvincular, até porque as obras eleitas prioritárias pelo prefeito que estão em execução contém a assinatura do prefeito anterior, assim como sua coordenação no canteiro de obra saindo ao gosto do primeiro.
Num perigoso jogo de acreditar que o legislativo riostrense está desatento e dependente das benesses oferecidas pelo executivo, ainda que seja verdade, não pode dispensá-lo mantendo-o longe da execução do projeto político eleito pelo povo. Como foi o caso do envio de matéria orçamentária a casa legislativa no valor de 100 milhões de reais que deixou perplexos alguns parlamentares. Ora, se o chefe do poder executivo bradou que o município não tinha recursos suficientes para terminar as obras que já se arrastam por pouco menos de 3 anos como aparece do nada esse volumoso numerário. Por sorte (nossa ou dele?) o vereador Alzenir Pereira Mello esbravejou um “ôpa” ou seria “oba” bem longo, que chamou a atenção de todos, fazendo com que o presidente da casa retirasse a matéria da pauta de votação. Não fosse a ajuda de custo e as vagas de emprego público destinada a cada edil que os mantém de boca fechada, este governo estaria em sérios apuros. Ainda assim alguns ensaiam um canto de independência, mas sem acordes vocais bem intensos.
Em grave erro o governo nomeia seu marechal o advogado super-poderoso defensor dos frascos e comprimidos anabolizantes o Dr. Power Rangel`s Son (peço desculpas) para o comando do governo. Homem sem expressão política, de comportamento social duvidoso e desagradável (sem preconceitos), de personalidade e caráter moldado dentro de quartéis do exército brasileiro, considerado por muitos um grande mentiroso, de atitudes apológicas (de apologia) a ditadura militar, que não agrega a equipe governamental os valores da democracia, como também não goza da confiança de todos os seus subordinados, muito menos da população de Rio das Ostras, e que não reúne as condições para tal função. O governo do PMDB não assume a condição de extensão de governo e nem a condição de novo governo, se tiverem acertos querem os louros e se tiverem erros debitam na conta do anterior.
Uma certa vez disse um estadista que não me lembro o nome que um bom político é identificado por suas obras, que o sucesso e o desenvolvimento de uma cidade passa pelo número de construções em andamento, seja pelo poder público ou pela iniciativa privada, mas este governo pelo amor de Jesus, está nos deixando crentes de que foi cometido um gravíssimo erro pela maioria dos eleitores de Rio das Ostras.

2.10.2006

"Meu Nome é Enéas"

My name is José Dirceu Enéas Rangel. I’m Riostrense´s Super Secretary. That’s Ok.

“Meu nome é Enéas”. Jargão conhecido pelo brasileiro e ouvido sempre em épocas que ocorrem eleições está ressoando com mais freqüência em Rio das Ostras. No nível nacional por um doutor em ciências humanas e no municipal um doutor em ciência jurídica, salve melhor juízo. Em reunião convocada a empresários filiados a ACIRO (sigla em português:Associação Comercial e Industrial de Rio das Ostras) com o objetivo de debater o cumprimento e a aplicação das leis regulatórias do comércio estabelecido e não estabelecido em ações governamentais nas áreas de fiscalização sanitária, postura e tributos, divulgação do turismo, coleta de lixo, trânsito, atendimento emergencial entres outras a estrela que mais brilhou na constelação de secretários municipais foi a do procurador geral Enéas Rangel. Por aproximadamente 45 minutos o procurador geral prolatou sobre todos os itens constante da pauta elaborada pela direção da entidade convocante com a maestria de um magistrado. - Cumpra-se a lei. Vale o que está escrito. Reportem-se ao governo de ofício. Sua atuação na reunião dispensou a presença dos outros secretários envolvidos no litígio entre o governo e classe empresarial. Uma reunião da Associação Comercial que por obrigação o seu presidente deve instruir se perdeu na demagogia e utopia de uma autoridade que não nos conhece e muito menos a cidade de Rio das Ostras e sua população. O que foi discutido naquele momento é o óbvio. O que os empresários foram buscar como solução para os seus problemas momentâneos está no dever de o governo tirar a pança gorda da cadeira, arregaçar as mangas e trabalhar.
“Quem cedo madruga, Deus ajuda”. É este o ditado. Com um procurador geral que chega para trabalhar às 15 horas, que advoga para empreiteiros que possuem negócios com o município e que tem aporte de dinheiro público na sua academia de ginástica preferida não pode querer que acreditemos que o governo está empenhado em ser parceiro do comerciante. Um prefeito que fechou seu negócio na cidade que administra, desempregando vários chefes de família, que mantém negócios em outros municípios, que trabalha em horários semelhantes a uma das profissões mais antigas do mundo, que se refere a um órgão da estrutura organizacional do município chamando de – “a secretaria do Max” a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca não pode querer que acreditemos em sua seriedade administrativa.
O governo do Município de Rio das Ostras tem seu José Dirceu, mais pela autoridade jurídico-adminstrativa do que pela política. Todos os secretários municipais são subordinados ao procurador geral, inclusive o prefeito. Faça-se o que o procurador determinar, não a vontade do político em praticar ações que trarão benefícios a população. O cargo de procurador geral é para defender o município ou se colocar como porta voz do governo em ações políticas? O procurador geral classificou como inoportuna sua presença na reunião alegando que o conteúdo da pauta estava atendida com o início das ações do governo e sua intensificação a partir deste ano. Mas digo, inoportuno é a eleição e nomeação de pessoas sem comprometimento com a função e autoridade que exercem na administração de um município do porte e riqueza como Rio das Ostras. Inoportuno é a presença no governo do titular da pasta de urbanismo, obras e serviços públicos por sua ligação, proteção e defesa de interesses do seu antigo patrão que mantém negócios com o município e que fora denunciado ao Ministério Público Estadual por cerceamento do direito de exercício de função. Na verdade inoportuna foi a chegada do PMDB local ao governo e sua administração que mata todo dia nossa esperança de dias melhores.

2.02.2006

Sua Excelência: Prefeito BaitAzar

Sua Excelência, o Prefeito BaitAzar. Falso ou Verdadeiro? Marque com um X

A imprensa tem uma relação intrínseca e dúbia com os poderes constituídos e também com os não constituídos a ponto de mudar o rumo de uma história por sua influência direta com a massa. Muitos afirmam ser a imprensa o quarto poder. Citam momentos da história política em que colocou e tirou políticos em ocupação de cargo eletivo. Com sua investigação jornalística contribuiu de forma decisiva para a elucidação de crimes de toda ordem. Sim. Sua atuação está em todos os lugares, no entanto, prefiro entender a função da imprensa como um instrumento acolhedor do pensamento e de propagador da informação para o alcance da liberdade. Não tenho conhecimento profundo de comunicação para explicar o que é mídia, jornalismo e marketing, se são todos a mesma coisa ou são itens de comunicação que devem ser trabalhados de forma independente dentro da comunicação. Mas, de um assunto entendo bem. Identifico perfeitamente quando a imprensa ou a mídia (como queiram os entendidos em comunicação) presta uma informação falsa ou verdadeira. A falsa quando o jornalismo ou mídia tem como único objetivo à intenção de obter dividendos da informação. A verdadeira quando se faz jornalismo ou mídia com objetivos gratuitos para se obter credibilidade da informação. Com total liberdade da direção do Jornal Tribuna de Rio das Ostras escrevo meus pensamentos políticos, assim como outros colunistas, sejam do Tribuna ou de outros jornais, que se aventuram a combater no terreno perigoso da política riostrense os políticos farsantes. Como bem disse o Deputado Federal Eduardo Paes (PSDB-RJ) em reunião com lideranças políticas locais dia 28 de janeiro na Pousada das Tartarugas recepcionada por Aldem Vieira (PSDB local) , após a crise política em que vivemos haverá uma seleção mais rigorosa por parte do eleitor na escolha de seus representantes. Em suas palavras se percebeu o quanto se empenha para fortalecer na sociedade o pensamento que na política há políticos que se orgulham de serem políticos porque não compram votos com a distribuição de cestas básicas, remédios e dinheiro que por essa atitude direta cerceia o direito a igualdade de oportunidade no processo político demonstrando o seu espírito público evoluído.
Neste encontro estava presente o Prefeito BaitAzar. Tudo o que o Deputado Eduardo Paes condenou de prática lesiva a cidadania e ao processo político foi a base construída pelo BaitAzar chegar ao poder (quem o conhece sabe bem o que digo). O Prefeito BaitAzar ficou naquele momento sem chão. Mas antes disso, não respeitando seus adversos políticos atuais, lembrou para os presentes na reunião a atuação política do Profº Huebra e deste colunista quando estiveram juntos em outras frentes. Caso que não foi negado por nós. O leitor que acompanha este colunista se espantaria com a forma elogiosa e solicita quando o Baitazar se referiu a um dos seus maiores questionadores: - “Considero meu amigo, homem de futuro político brilhante; homem de grande importância em minhas vitórias políticas que sempre esteve junto a mim, Marcelo David”. ( ) Para quem não conhece minha relação com o governo municipal entenderia que o político Carlos Augusto estava publicamente reconhecendo positivamente a importância de um trabalho político. ( ) Para uns o entendimento seria para a atitude desprendida de revanchismo por parte de sua habilidade política. ( ) Já para outros que conhecem bem a mim e a ele é: Ironia, falsidade, desmobilização política e descrédito junto aos leitores de meus artigos. Deixo livre para qual entendimento darão os leitores é só marcar com um X. Deixarei a todos tranqüilos. Meus leitores e amigos, mais uma vez, afirmo, continuarei levando até vocês a verdade sobre a política e os políticos. A meus adversos políticos, se é que tenho algum, pois não sou pré-candidato a cargo eletivo até pelo menos 2012, afirmo, não há a menor possibilidade de fazer parte do governo de BaitAzar, nem por vontade minha e nem da dele. Uma lembrança ao grupo de BaitAzar: tenho muita influência política junto a Gelson Apicelo, afirmo, não adianta sonhar pela associação dos dois grupos políticos, pois 2008 é a vez do povo. Está claro. Bem melhor.

1.22.2006

O Link da Cidade

O mais completo site de Rio das Ostras

Modus Operandi

Modus Operandi


Para quem acompanha política a leitura deste artigo de forma impessoal e imparcial levará o leitor à concordância do que afirmo ou pelo menos o colocará a caminho de uma reflexão sobre as causas e efeitos da omissão e da cumplicidade de cidadãos que não se importam com o modus operandi de um governo. Poderemos chegar ao caos social embarcados numa gestão temerária de governo. O governo do PMDB municipal está empenhado em administrar os recursos do povo em benefício de seu grupo político. Eles deixam mais ricos o grupo que atuou no governo anterior com contratos viciados que sangra rapidamente o tesouro do município e deixam mais pobres aqueles que dependem da atuação institucional do governo. Investimentos como a estrada do Contorno que valorizou o patrimônio adquirido pelo grupo ainda no governo Sabino receberá mais R$ 8 milhões que engordará mais ainda o bolso dos financiadores da última campanha. Todos os contratos de grande monta são previsíveis seus resultados nos certames licitatórios, pois sãos as mesmas “meia dúzia” que se formou em consórcio para se apossarem do nosso dinheiro. Ao Jornal Tribuna de Rio das Ostras diariamente chegam denúncias de lesão ao patrimônio público, abandono e má prestação de serviço a população. Vemos circular pela cidade vários veículos contratados pelo município a valores totalmente fora de mercado como ambulâncias, veículos de transporte de carga e passageiros e automóveis de particulares, enquanto vários veículos oficiais estão apodrecendo em depósitos de oficinas da região. Além de nos sacrificar com a falta de investimento nas áreas sociais este governo do “Melhor Pra Ele” por sua desonestidade nos envergonha diante das instituições que nos prestam serviços. O Hospital Dr. Beda instituição de renome na região veiculou anúncio no dia 19 na TV Alto Litoral acusando implicitamente o governo de caloteiro e desonesto. O Hospital Drº. Beda comunicou a população de Rio das Ostras que suspendeu o atendimento do serviço de saúde por falta de pagamento após esgotar todas as chances de acordo. O que significa isto? Como disse o “Deputado Justo Veríssimo” personagem de Chico Anísio: - “Pobre tem tudo que morrer. Eu quero é que se explôda”. Afirmo: este governo é um atraso para nosso desenvolvimento e nos deixará dívidas sociais enormes. O governante que conhece as razões para qual foi eleito se compromete com o eleitor-cidadão a respeitar os princípios constitucionais, promover o bem de todos e se propõe a fazer um pacto de lealdade com o povo. Seu comportamento é o mesmo de um homem comum e sua postura é de um verdadeiro empregado do povo. Disponível para buscar as soluções o governante democrático utiliza um grande instrumento de consulta popular: a conversa. Ouvindo as reais necessidades da população. Tendo uma sociedade ativa politicamente que cobra resultados e que fiscaliza seus atos é certeza de uma administração de sucesso para todos. Receita que define um bom governante? Não. Faltam outros atributos que não mencionei. Mas posso falar de um atributo pouco encontrado nos governantes: a honestidade. É o que falta a este governo. Fora de sintonia com a população, que se assemelha a falta de sincronia entre a música e a pirotecnia apresentada no início de ano, a população comenta aos quatro cantos de o quanto está decepcionada com o governo do campista que mora em Niterói. Quem está no poder, com raríssimas exceções atribuem àqueles que utilizam formas de expressão de opinião contrária a respeito de suas ações políticas como ser ator de oposição simplesmente pelo fato de está fora do palco do poder. Quem pensa assim não faz política pública e sim política personalista. Há um grau de tolerância por parte da sociedade quando um governante desvia de suas finalidades iniciais, desconhece ou esquece os interesses públicos. Erros acontecem, afinal, ninguém é perfeito a ponto de ser o dono da verdade. Os alfabetizados políticos têm uma enorme importância na gestão de um governante, sendo eles líderes ou não. Sendo “oposição” ou não. Não são atores que querem está no palco do poder, mas fazem questão de pagarem o ingresso para estarem junto da platéia e se sentam na primeira fila. Quem tem o compromisso com a verdade na função pública respeita os adversários, pois sabem que o trabalho dos cidadãos críticos é defenderem o interesse da população. Na adversidade política nem sempre está implícito o desejo de tomar o poder pela desestabilização moral, emocional e íntima de alguém. O que é louvável e acontece aqui em Rio das Ostras é a atuação fiscalizadora de várias pessoas, que sem medo denunciam desmandos, atos de corrupção, depreciação do patrimônio público em função auxiliar do legislativo.
O governo do município já demonstrara seu modus operandi quando não nomeou sua equipe de transição. Desconhecendo o conteúdo da caixinha preta operou a grande máquina pública com pessoas antigas e cheias de vícios e com pessoas novas sem o conhecimento do propósito de estarem ali para servir, mas, sim com a pura intenção de primeiro serem servidos em suas necessidades pessoais. O próprio mandatário preocupou-se primeiramente em servir-se com o aumento de sua remuneração em quase 50 por cento. Os outros se preocuparam em se arranjar no ninho das tetas e disputar as mamadas.
Desprendido de sentimentos e de espírito público seus e de seus comandados nosso governante esconde suas reais intenções políticas. Sempre chorando que o município não suporte grandes investimentos na educação básica ou superior por conta da crescente demanda pelo serviço, ele amontoa crianças em salas com mais de 40 alunos, o que contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que determina o número de 25 alunos por sala na educação infantil. E ainda o que é pior: criou o terceiro turno entre o matutino e o vespertino. A criança não passa o tempo necessário na escola. Se for aqui falar da política de saúde e seu modo de considerá-la um “poço sem fundo” o leitor perderá o interesse pelo artigo.
O nosso município carece de homens políticos que tenham visibilidade política pautada na honestidade e na coragem de desafiar o sistema. O único que demonstrou estas virtudes no passado, hoje se encontra afundado no lago negro da força. Ainda não estamos no período apocalíptico, mas urge a necessidade de cavaleiro que lute em defesa do nosso povo. Não falo em herói como sugeriu o Presidente Lula. O uso da proteção de “Xangô de Menino” identificado na álgebra eleitoral a favor do mandatário atual deixa impedidos os olhos de católicos, evangélicos, ateístas e quaisquer outros prosélitos de enxergarem o mal escondido nesta gestão que se tornou temerária.

12.01.2005

Governo Cara de Pau

A população do Município de Rio das Ostras está demonstrando muita satisfação com a função social que exerce o Jornal Tribuna de Rio das Ostras ao desenvolver o jornalismo de maneira séria, independente e que se coloca como instrumento auxiliar de defesa da cidadania. Os leitores já o elegeram como instituição a serviço da verdade, da defesa da vida e do patrimônio público, da moral e da ética. O Jornal Tribuna de Rio das Ostras não recebe recursos do governo para publicar matéria de seu interesse ou para propaganda institucional, o que o torna um veículo de comunicação menos propício de sofrer interferência na sua linha editorial.
Como colunista também estou satisfeito com a atuação do jornal. Os assíduos leitores dos meus artigos têm o prazer de comentá-los a mim pessoalmente e sugerir novos temas, como por exemplo, o Sr. Orlando do Danny´s DVD em Costazul que reclama por conta das ruas paralelas as ruas onde mora (rua São Fidélis) serem asfaltadas e a sua não. A leitora Cida Mackenzie do centro reclama do calendário de verão, pois afirma que o número reduzido de eventos culturais desestimula os turistas em sua escolha por Rio das Ostras. Pois é, cada leitor tem um assunto interessante que pode se desenvolver muito bem em um texto. Mas o tema escolhido para esta semana é a cara de pau do governo municipal. Lendo o Diário Oficial do Município, digo, garimpando no Diário Oficial do Município de Rio das Ostras encontrei algumas pérolas. Sim, pérolas, pois não vou encontrar ouro no rio das Ostras. O governo do nosso “sem dinheiro” município, como cansa de afirmar o prefeito (só para surdo que fala) contratou pela bagatela quantia de um pouco mais de R$ 6 milhões ao ano a empresa UBSOLO do grupo da sociedade política entre o empreiteiro Cristiano Barreto, Deputado Federal Alexandre Santos e o ex-prefeito de Rio das Ostras Alcebíades Sabino dos Santos para fazer a manutenção e conservação das áreas verdes dos prédios municipais. São R$ 500 mil por mês, R$ 20 mil por dia para podar plantinhas.
Quem não se lembra do prefeito anunciando a quebra de contrato de muitos serviços que julgou superfaturado no governo anterior. Cito a limpeza dos banheiros públicos da orla que fora contratado no governo Sabino por R$ 1,2 milhão ao ano e recontratado no seu governo por pouco mais de R$ 200 mil.
Tento encontrar a fórmula de elaboração deste milionário contrato, seus critérios de mensuração de serviços para chegar a essa astronômica quantia de R$ 6 milhões. O que traz o Memorial Descritivo deste contrato ou o que autoriza a Ordem de Serviço para ser executado? Não, talvez eu esteja sendo técnico demais e errando na elaboração da pergunta. Acho melhor tentar encontrar a resposta na política. Será que para se justificar esse valor foi utilizado como unidade de mensuração a compra de votos, os cabos eleitorais, os pastores e o que mais? O gasto com o judiciário e o legislativo também estão incluídos ou esse é um item fora à parte? Será que veremos o modelo municipal de atuação do Marcos Valério? Pois a conta de publicidade também chega cifras enormes. Será que estarão no mesmo balaio os poderes executivo, legislativo e judiciário? Uma resposta eu tenho: o povo continuará peregrinando por ajuda de quem vagarosamente o mata, através da falta de remédios, atendimento médico, emprego, educação etc. O que mais podemos enxergar por trás deste número? Homens, mulheres, crianças e idosos que de alguma maneira suaram seus corpos ao empregar a força do trabalho para gerar renda. O que você sente ao ver pessoas proferirem palavras como: "o investimento em eleitor é melhor do que o investimento em dólar, pois é um negócio mais rentável e sem risco. Como diz Denise Stoklos, pense.

11.23.2005

O Endereço da Boa Saúde

Posted by Picasa Peixaria do David telefone 22 - 27646114
A atividade pesqueira foi a principal fonte de desenvolvimento econômico em Rio das Ostras no século passado e um fator de grande importância na qualidade de vida e na subsistência das famílias fundadoras da cidade. Para a família David Pereira não foi diferente, pois são pioneiros na região conhecida como Terra dos Peixes de Vila Rainha. A produção, industrialização e comercialização de pescados existe como a atividade econômica principal para o desenvolvimento da família David Pereira. Em mar através da captura e em terra com a salga e a comercialização no atacado e no varejo tem membros seus atuando. Com o passar dos anos a família David Pereira foi se adequando à novas tendências de mercado e à tecnologia para continuar suas tradições e desenvolver sua cultura. Através da pesca mantêm sua contribuição ao progresso da cidade de Rio das Ostras como proprietária individual da maior loja varejista de pescados do Estado do Rio de Janeiro, mesmo sendo baseada entre o norte fluminense e a região dos lagos. A família David como é mais conhecida trabalha com carinho e dedicação para oferecer com modernidade a maior variedade e a melhor qualidade e preço em seus produtos que são: peixes, crustáceos e moluscos. A loja atende a todos os segmentos sócio-econômicos e gastronômicos com preços que variam de R$ 0,99 (peixe palombeta da família da sardinha) a R$ 60,00 (camarão VG o pistola rosado). Também oferece produtos importados e da culinária japonesa como bacalhau, salmão, atum, truta, robalo, namorado etc. Em breve estará oferecendo o serviço de delivery (entrega em casa com chamada pelo telefone) por telefone e no sítio www.peixariadodavid.com.br. Peixaria do David há mais de 100 anos servindo tudo bom pra você. Prazer em te conhecer.

11.14.2005

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11.11.2005

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11.10.2005

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